Bem que a felicidade poderia ser vendida em banca de revista, ou poderia ser um energético que a gente toma e puff... TÔ FELIZ! Seria tão mais fácil. Menos complexo, até menos frustrante. Acho que a felicidade é uma mistura de tudo né? É estar bem no emprego, fazer aquilo que a gente gosta, ter a pessoa que a gente ama no nosso lado, ter dinheiro pra comprar tudo o que a gente quer, viver despreocupado. Viver em paz de espírito.
Mas o ser humano é teimoso, orgulhoso, se não tem aquilo que quer parece que o mundo desaba. E fica ali sentado, chorando, se lamentando, querendo ser feliz. A felicidade não vai bater na nossa porta não, porque ela não tem pernas. Se a gente quer ser feliz, tem que correr atrás, ir buscá-la. Temos que deixar o orgulho, a preguiça de lado e fazer o nosso melhor pra ser feliz. Se doar mais. Não podemos esperar das pessoas o que a gente também não dá.
O que temos feito pra ser feliz ultimamente? Deixa as coisas rolarem pra vê no que vai dá? É nesse pensamento que o tempo passa, as coisas mudam, e a gente perde a oportunidade de se sentir feliz. E já era.
Às vezes a gente perde tanto tempo com coisas pequenas, ou coisas que a gente acha que vai nos fazer feliz, naquilo que não traz retorno. Onde a gente gasta tanta energia, da tanta importância, tanto tempo pra coisas que simplesmente não é. E o mundo ta aí ó, oferecendo milhares de coisas pra ti fazer feliz.
Desistir não. Mas pára pra analisar quanta coisa a gente faz para conseguir , quanto tempo, quanta função e não saiu da ali. Não tem progresso, não tem reciprocidade. Por isso que a mudança é realmente a lei da vida. Talvez a gente não encontre a felicidade porque não experimentamos coisas novas, não mudamos, não nos ajudamos. Não fazemos por merecer.
Relaxa, se liberta, se desprende. Aquilo que realmente é pra ser, com certeza vai voltar. Se não voltar? Não tem como ser feliz com algo que não era pra ser seu.
Ergue a cabeça e continue andando...
P.s.: Feliz Aniversário para minha maior felicidade: Isabella Zanotto.

